UM FAZER GRATUITO

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Renuncias a satanás? – pergunta quem se proclama com uma divina autoridade, ao que, quem é perguntado, responde: Sim, renuncio. Ora, enganam-se ambos. É que olvidam, integralmente, o que diz Paulo, in Romanos, 7, 14-25. Um Filho (unigênito) já se sacrificou, pois, por amor, assim o quis o Pai. Por isso, não cabe a tal pergunta nem a tal resposta. Esse Filho é quem faz, não por mim nem por ti, leitor. Como Ele fez para com o Eu em Jesus de Nazaré, assim mesmo ao Eu em meu mim como ao Eu em teu ti, leitor, Ele, só Ele o faz; e faz com arma que fere a cabeça daquele Mal citado por Paulo, enquanto o tal Mal, com arma que só pode fazer ferindo até o calcanhar, torna-se preso, durante um milênio, até que se consumam os séculos. Então, incabíveis aquela pergunta e  aquela resposta, insiste-se em dizer. Quem quer que pergunte e quem quer que responda não consegue se largar, por vontade sua (pobre), daquela maldita condição descrita por Paulo. Aquele Mal – um ente celeste -, tornou-se ex-istido pela vontade de amor de Deus, após a guerra no Céu de que fala o Livro do Apocalipse, pois a sua precipitação ao mundo o faz presente no mundo todo. O amor de Deus não aproveitaria o estado de sucumbência dele (Mal) para cobrança de despojos. Quem faz em favor do Eu é o Filho. E quer o homem creia assim, quer não, Ele faz; E faz de graça!